quinta-feira, 16 de junho de 2011

Nimbus revisitada

Eu ousei inventar o maior dos amores.
Meu peito inflou. Inflamou.
Ressubi aos céus, exasperado.
Ganhava contornos de pássaro-raio e
alcançava os céus com a velocidade de um bípede em frente a morte.

Passei por você,
como um raio descontrariado de suas influências e
fui habitar no reino das nuvens-chuva,
tentando acertar teu peito morto
de chumbo bruto.

(Originalmente em: http://travesseirovelho.blogspot.com/2010/07/nimbus.html)